Páginas

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Construção de escrita com nomes


 
A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita. As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe. Os três pilares básicos da alfabetização são: oralidade, leitura e escrita e por isso, devem estar interligados desde o primeiro dia de aula. Diante disto, torna-se necessário que se desenvolva em sala de aula atividades que promovam a socialização da turma através do trabalho com os nomes, proporcionando ao educador o acesso a um instrumento de avaliação que irá detectar o conhecimento prévio que o aluno possui, quando este demonstra suas hipóteses de escrita do nome. Então, é primordial que o trabalho com o nome se inicie num primeiro momento do processo de alfabetização da criança e se estenda por um período de dois meses, podendo ser prolongado conforme a necessidade da turma.
Neste sentido, objetiva-se:
- Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade dos educandos.
- Criar condições para que os educandos compreendam a leitura e seus significados, através das atividades com o nome.
- Possibilitar a integração da turma, através de atividades coletivas, relacionadas aos nomes dos educandos, promovendo a socialização entre os mesmos.
Duração das atividades (1 Bimestre ou 1 semestre)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Estratégias e recursos da aula
Auto-retrato e escrita do nome:

- Distribuir para a turma papel, lápis de cor, de cera ou canetinha. Cada aluno desenha seu retrato (se possível com a ajuda de um espelho exposto na sala). Escreve seu nome junto ao desenho. Recolhe-se as “fotos” e redistribui-se entre a turma. Cada um tentará adivinhar quem é o dono da foto (pode ser ajudado pelos colegas). O dono da foto se apresenta, diz se gosta ou não do nome, diz onde mora e o que gosta de fazer.

• História do nome:

- Cada aluno pesquisa em casa com os familiares, a história de seu nome. Em sala, relata o porquê tem este nome. O educador apresenta tiras com o nome completo de cada educando (em letras maiúsculas, bem visíveis). Na medida que o educando for falando a história de seu nome, acompanha-se com a turma a leitura do nome completo, identifica-se o sobrenome do pai e da mãe (cada aluno pode levar sua certidão de nascimento) e compara-se nomes e sobrenomes semelhantes dos alunos da sala. Depois cada um registra o seu nome completo.

• Construção de crachá:

- Os alunos irão construir um crachá para uso diário. Cada um recebe um cartão com o seu nome (em letras maiúsculas) e o professor acompanha a leitura das letras presentes no nome, mostrando para turma, identificando principalmente as letras iniciais e finais. O aluno então registra num outro cartão o seu nome e faz um pequeno desenho ao lado. Distribui-se os cartões no chão. Cada um pega qualquer cartão e tenta adivinhar de quem é. Logo em seguida, escreve numa folha de papel cartolina o nome do colega, formando uma lista de nomes, que será lida pelos alunos, posteriormente, com o auxílio do professor.

• Meu nome é uma arte

- Cada aluno, usando a sua imaginação e criatividade, escreve seu nome de uma forma diferente. O aluno pode formar um desenho, como um sol, uma casa, um coração, através de seu nome completo. Desta forma, não se tornará mecânico o ato de repetir várias vezes a escrita do nome, pois o aluno vai estar criando desenhos e o mesmo tempo, escrevendo várias vezes seu nome, dando um sentido para esta repetição. O educador pode sugerir alguns desenhos para os alunos desenvolverem sua criatividade. Os alunos podem também fazer um desenho comum primeiro, e depois escrever em volta do desenho o seu nome completo. Tudo vai depender da forma como se apresenta a turma.

• Construção de alfabeto móvel:

- Com os crachás em mãos, cada educando recebe várias tiras de papel cartão ou papelão. Preenche cada tira com cada letra presente no seu nome. Desta forma, poderá manusear as tiras para formar seu nome, reconhecendo melhor as letras presentes no mesmo. Inicialmente, trabalha-se com letras maiúsculas. No decorrer das aulas, os alunos irão preencher mais tiras, agora com as letras presentes no nome dos colegas, não importando se haver repetição. Desta forma, os alunos irão comparar as letras presentes no seu nome com as letras presentes no nome do colega, além de terem a possibilidade de formar mais nomes ou até mesmos palavras, a partir dos sons percebidos em cada nome. É muito importante que cada um esteja sempre com seu crachá e que este possa ser disposto de várias formas, seja construído pelo aluno, seja pelo educador.

• Alfabeto dos nomes:

- Montar um mural com o nome dos educandos, separados pelas letras do alfabeto presentes no início de cada nome. Cada nome virá acompanhado de uma foto do aluno, para associar o desenho à escrita.

• Comparação de tamanho de nomes

- Cada aluno constrói com o alfabeto móvel o seu nome e deixa exposto no quadro de pregas para todos visualizarem. O aluno pode construir com o auxílio do educador ou do crachá com o seu nome. Então, verifica-se qual o nome maior, pelo número de letras. Verifica-se também o nome menor e estabelece-se comparações entre a quantidade de letras presentes em cada nome. Mostrar para os alunos que nem sempre o tamanho da pessoa corresponde ao tamanho de seu nome, bem como nem sempre o tamanho de animais, objetos e coisas, corresponde ao tamanho da escrita de tais. Apresentar, então, cartões com desenhos e fotos dos alunos e suas representações escritas, fazendo a pergunta “Qual o nome maior? E o menor?”. Contar o número de letras em cada nome para auxiliar.

• Que letra falta?

- Expor no quadro alguns nomes sem as letras iniciais e finais. Posteriormente, pode ser sem outras letras presentes no meio do nome. Os educandos registram e depois, completam com as letras que faltam. Esta atividade pode ser feita em conjunto.

• Roda dos nomes.

- Divide-se a sala em vários grupos, organizados em círculos. Cada educando tentará escrever o nome de cada colega do grupo. Pode-se utilizar o crachá como auxílio.


• Quebra-cabeça dos nomes.

- Cada educando recebe dois tipos de quebra-cabeças, ambos contendo seu nome escrito, um por letras e outro por sons (sílabas). As partes são misturadas e os educando tentam encaixar na seqüência dos nomes. Dependendo do ritmo da turma, pode-se trabalhar inicialmente apenas com peças que contem letras e posteriormente trabalha-se com sons. Alguns alunos podem necessitar de auxílio.

• Trabalhando as silabas a partir dos nomes:

- Montar um quadro com sílabas presentes nos nomes dos educandos. Fazer a leitura dessas sílabas e observar as sílabas correspondentes aos números. Seguindo a seqüência dos números, escreve-se os nomes a partir de suas sílabas e a relação numérica. Verifica-se outras possibilidades de construir outros nomes, usando as sílabas presentes no quadro (ou outras palavras).

• Bingo dos nomes:

- Fornecer uma folha de papel com espaços em branco (seis espaços). O aluno escreve o próprio nome em um dos espaços e os nomes de cinco colegas. Sorteia-se os nomes e os alunos que os estiverem vão marcando ponto. Aquele que completar sua cartela vencerá o jogo.

• Palavras cruzadas.

- O professor dá dicas de uma pessoa e os alunos tentam descobrir de quem ele está falando. Quando descobrirem, constroem o nome do colega, utilizando as letras do alfabeto móvel. No centro vai estar escrito uma palavra, que pode ser “Criança, amor, brincar”. Cada letra desta palavra vai formar os nomes dos colegas. Portanto, é importante que se escolha uma palavra que tenha letras condizentes com o nome dos alunos da turma.

• Conjunto de nomes:

- Introduzir à noção de conjuntos, a partir dos nomes. Com os nomes dos educandos em cartões fixados no quadro, levar os mesmos a perceberem quantas letras há em cada nome. Há nomes pequenos e nomes grandes. Nem sempre a quantidade de letras corresponde ao tamanho da pessoa. Então, dividir em conjuntos (representados por figuras geométricas), que representam a união desses elementos semelhantes. Trabalha-se, inicialmente, com os seguintes elementos:
1. Nomes que começam pela mesma letra (Os alunos registram o conjunto que inicia com a letra de seus nomes).
2. Nomes que terminam pela mesma letra. (Analisar oralmente com eles).
3. Nomes iguais. (Analisar oralmente com eles).
4. Nomes que contêm o mesmo número de letras. (Analisar oralmente com eles).
5. Nomes de homens e mulheres. (os próprios alunos dividem os conjuntos e selecionam os elementos).

• Acróstico:

- Formar um acróstico com o nome de cada aluno da turma. Cada um vai dizer as qualidades do colega, que serão escritas conforme a letra presente no nome.
• Trabalho com o texto: “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade.
- Trabalhar com o título do texto. Verificar, com os alunos o sentido da palavra Quadrilha. Ler o texto com os alunos. Oralizar os nomes dos personagens do texto com o nome dos educandos (trocar de nomes). Para esta atividade usar cartões com os nomes dos educandos. Reescrever o texto utilizando o nome dos alunos. Cada educando escreve nomes que iniciam com a mesma letra do seu e substitui (oralmente) no texto.
Recursos complementares

Avaliação
Observar e registrar, diariamente, os avanços dos alunos na construção da escrita do próprio nome, bem como no reconhecimento de outros nomes. Observar o uso que os alunos fazem da escrita dos nomes para escrever outras palavras. Analisar as produções de escrita, individuais e coletivas, que abordam o tema trabalhado e assim, replanejar aulas que possam, desta forma, suprir dificuldades. Observar a participação nas atividades em sala, o relacionamento com o colega, bem como verificar o avanço, que cada aluno possui, na leitura de materiais relativos ao tema trabalhado.

A PÍLULA FALANTE


NARRADOR – NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO MORA UMA SENHORA CHAMADA DONA BENTA, VIVE AFASTADA DA CORRERIA E DO BARULHO DA CIDADE GRANDE.

(MÚSICA DO SÍTIO / ENTRA DONA BENTA)

NARRADOR - JUNTO COM DONA BENTA MORA A NEGRA TIA NASTÁCIA, QUE ADORA FAZER BOLINHOS DE CHUVA.

(ENTRA TIA NASTÁCIA, COM UMA PANELA)

DONA BENTA – HUMM! QUE CHEIRO BOM ESTE! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?

NASTÁCIA – ESTOU PREPARANDO ALGUNS BOLINHOS DE CHUVA.
DONA BENTA – AI QUE DELICIA!
NARRADOR – NO SÍTIO MORA TAMBÉM A NETA DE DONA BENTA, LÚCIA, MAIS CONHECIDA COMO NARIZINHO. ELA VIVE NO MUNDO DE FANTASIAS, E NÃO DESGRUDA DE SUA BONECA EMÍLIA, FEITA DE PANO PELA TIA NASTÁCIA.

(MÚSICA DA NARIZINHO)
ENTRA A NARIZINHO

NARIZINHO – VOVÓ. QUERIA TANTO QUE EMÍLIA FALASSE COMO NÓS, PARA TER COM QUEM CONVERSAR.
DONA BENTA – HAHAHA, ELA É APENAS UMA BONECA, NÃO TEM COMO ELA FALAR.
NARIZINHO – TEM SIM, QUANDO EU FUI LÁ AO REINO DAS ÁGUAS CLARAS, O DOUTOR CARAMUJO ME DEU UMA DE SUAS PÍLULAS, PARA QUE EU DESSE A EMÍLIA E ELA COMEÇASSE A FALAR.
NASTÁCIA – AONDE JÁ SE VIU BONECA FALAR, PÍLULA FALANTE, CARAMUJO SER DOUTOR, ISSO É COISA DA SUA IMAGINAÇÃO.
DONA BENTA PARA TIA NASTÁCIA – ESSA MINHA NETA TEM CADA IDÉIA, HAHAHA.

(DONA BENTA E TIA NASTÁCIA SAEM RINDO)

(DÁ A PÍLULA PARA A BONECA E A COLOCA DENTRO DA CAIXA DE COSTURA, E SENTA NO CHÃO AO LADO DA CAIXA)

(MÚSICA DA EMÍLIA – APENAS AS PRIMEIRAS ESTROFES)
(EMÍLIA SAI AOS POUCOS DE DENTRO DA CAIXA)


NARIZINHO – VOVÓ, TIA NASTÁCIA, VENHAM ATÉ AQUI, RÁPIDO!

(EMÍLIA FICA TESTANDO A VOZ)
(NARIZINHO DA UM LEVE TAPA NAS COSTAS DE EMÍLIA)


NARIZINHO – FALA EMÍLIA, FALA EMÍLIA, FALA.
EMÍLIA – ESTOU COM UM HORRÍVEL GOSTO DE SAPO NA BOCA. ECA!
NARIZINHO – UHUULLL! VIU VOVÓ, COMO MINHA BONECA PODE FALAR!
EMÍLIA – MAS QUE CARAS SÃO ESSAS? QUEM SÃO TODOS ESSES? PRA QUE TANTA GENTE? TEM FESTA AQUI HOJE, É? E VOCÊS? SABEM POR QUE ELAS ESTÃO COM ESSAS CARAS DE CORUJAS AZEDAS? QUEM SÃO VOCÊS? QUAL SEU NOME? E A SUA IDADE? VOCÊ ESTUDA? TEM Q ESTUDAR PRA FICAR TÃO INTELIGENTE QUANTO EU! E VOCÊ AI, GOSTA DO SÍTIO?

(MÚSICA EMÍLIA – REFRÃO / TODOS COMEÇAM A DANÇAR)

NARRADOR – NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO TUDO É POSSÍVEL, A FANTASIA SE MISTURA COM A REALIDADE, E ASSIM, CRIANDO MUITAS AVENTURAS COM ESSA TURMINHA.

DONA BENTA – E ALGUÉM AQUI SABE ME DIZER QUEM FOI MONTEIRO LOBATO?
EMÍLIA – EU SEI É CLARO, PORQUE SOU MUITO INTELIGENTE! ELE FOI UM GRANDE NOME DA LITERATURA BRASILEIRA, NASCEU EM TAUBATÉ, NA CIDADE DE SÃO PAULO, NO ANO DE 1882.
DONA BENTA – ISSO MESMO EMÍLIA! E MONTEIRO LOBATO COMEÇOU PUBLICANDO SEUS PRIMEIROS CONTOS EM JORNAIS E REVISTAS.
NASTÁCIA – E ESTES CONTOS FORAM COLOCADOS EM UM DOS LIVROS DELE, QUE SE CHAMA URUPÊS.
NARIZINHO – MAS ELE É MAIS CONHECIDO ENTRE AS CRIANÇAS POR SEUS PERSONAGENS: EMÍLIA, DONA BENTA, TIA NASTÁCIA, E MUITOS OUTROS QUE FAZEM PARTE DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO.
NASTÁCIA – NO ANO DE 1948, MONTEIRO LOBATO MORREU, MAS NOS DEIXOU ESSE GRANDE SUCESSO, ADORADO PELAS CRIANÇAS E TAMBÉM POR MUITOS ADULTOS.
DONA BENTA – E A GENTE VAI FICANDO POR AQUI, MAS DAQUI A POUCO, VAMOS TER MUITAS MAIS AVENTURAS.

(MÚSICA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO)
ESTA PEÇA FOI APRESENTADA PELO MEU GRUPO, AGRADEÇO AS MINHA AMIGAS ALINE, BRUNA E VIVIANA PELA PERMISSÃO PARA A PUBLICAGEM DO ROTEIRO.

TEATRO SITIO DO PICAPAU AMARELO




WESLEY – SACI ENTRA BAGUNÇA A MESA E FALA:
- EU VOU APRONTAR E BAGUNÇAR TUDINHO...... (VAI PARA O CANTINHO DO PALCO).

MARINAH – TIA NASTACIA – ENTRA NA COZINHA E FALA:
- MEU DEUS ESTA TUDO BAGUNÇADO SÓ PODE SER O SACI. (COMEÇA ARRUMAR A BAGUNÇA)
NARRADOR – NASTACIA FALOU COM TIO BARNABÉ QUE CONTOU PARA PEDRINHO E ESTE FICOU BRAVO.

PEDRO – PEDRINHO ENTRA E FALA:
- EU VOU PEGAR O SACI E COLOCAR DENTRO DA GARRAFA. (SAI DA SALA).
NARRADOR – ENQUANTO ISSO NARIZINHO ANDA  NO SITIO COM SUA BONECA.
VANESSA – NARIZINHO – PASSEIA COM A BONECA NAS MAOS E DIZ:
- EMILIA GOSTARIA TANTO QUE VOCE FALASSE.
NARRADOR = NARIZINHO PENSA EM LEVAR EMILIA AO PRINCIPE ESCAMOSO QUE FALOU QUE O DOUTOR CARAMUJO TEM UMAS PIRULAS MILAGROSAS. ELA VAI ATRAS DO DOUTOR CARAMUJO E AO DAR AS PIRULAS PARA EMILIA ELA SAI FALANDO ATORMENTANDO TODOS DO SITIO.
ENQUANTO ISSO DONA BENTA RECEBE UMA VISITA IMPORTANTE.
TOC TOC TOC TOC
CAROLINA – DONA BENTA -  NASTACIA!NASTACIA! VAI ATENDER A PORTA.
A NASTACIA DEVE ESTAR OCUPADA EU VOU ATENDER A PORTA. (LEVANTA E VAI FAZER QUE ABRE A PORTA E FALA)
- SR LOBATO QUE VISITA ILUSTRE!
CARLOS EDUARDO – LOBATO : É UM PRAZER!
NARRADOR: DONA BENTA PEDIU PARA NASTACIA FAZER UNS BOLINHOS DE CHUVA.
LOBATO = DONA BENTA ESTOU QUERENDO ESCREVER MINHAS MEMORIAS E PRECISO DE SUA AJUDA.
NARRADOR = DONA BENTA FICA FELIZ POIS LOBATO VEIO AO LUGAR CERTO E PEDE QUE NASTACIA CHAME A TURMA QUE O SENHOR LOBATO ESTA NO SITIO E TODOS SE APRESENTAM:
EMILIA = BONECA DE PANO QUE GANHOU VIDA E FALA TUDO O QUE PENSA.

PEDRINHO = NETO DA DONA BENTA E PRIMO DE NARIZINHO. MENINO DE GRANDE CORAGEM, FOI O ÚNICO QUE CONSEGUIU PRENDER O SACI.

NARIZINHO = NETA DA DONA BENTA. TEM ESSE APELIDO PELO SEU NARIZ ARREBITADO.
DONA BENTA = É A DONA DO SITIO E TEM CERCA DE 60 ANOS. É UMA VOVO CARINHOSA.

NASTACIA = ALEM DE CUIDAR DA COZINHA E COZINHAR MUITO BEM ELA É UMA FAZ TUDO E UMA BOA CONTADORA DE ESTÓRIAS.

QUINDIM = RINOCERONTE QUE FUGIU DO CIRCO E FOI PARAR PERDIDO NO SITIO. É UM CRAQUE NA GRAMATICA.

SACI = MENINO DE UMA PERNA SÓ QUE FAZ MUITAS ESTRIPULIAS.

VISCONDE = BONECO FEITO DE SABUGO DE MILHO E PALHA, QUE ACREDITA NAS VERDADES ESTRITAS NOS LIVROS, É UM VERDADEIRO SÁBIO.

JOANINHA, BORBOLETA, GRILO = PERSONAGENS QUE ILUSTRAM OS LIVROS E ALEGRAM NOSSAS LEITURAS JUNTAMENTE COM A TURMA DO SITIO.

NARRADOR – NISSO ENTRA A CUCA ASSUSTANDO TODOS E DIZENDO:
LARYSSA – CUCA : - NÃO LEMBRARAM DE MIM!!!
NARRADOR = EMILIA FALA:
EMILIA: PORQUE DEVERIAMOS LEMBRAR VOCE NÃO TEM MEMORIA!
CUCA: VOU ME VINGAR!!!!

TERMINAMOS AS MEMORIAS DE LOBATO E SUAS HISTORIAS FICARAM REGISTRADAS NOS LIVROS QUE NOS FAZEM VIAJAR ATE OS DIAS DE HOJE. (ENTRA AS CRIANÇAS CADA UM COM SEU LIVRO).
NASTACIA = EU VOU PREPARAR BOLINHOS DE CHUVA!

TODOS= OBA!!!

SUGESTÕES DE PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USO EM RELATÓRIOS



VOCÊ PENSA – VOCÊ ESCREVE

O ALUNO NÃO SABE – O ALUNO NÃO ADQUIRIU OS CONCEITOS, ESTÁ EM FASE DE APRENDIZADO.

NÃO TEM LIMITES – APRESENTA DIFICULDADES DE AUTO-REGULAÇÃO, POIS...

É NERVOSO – AINDA NÃO DESENVOLVEU HABILIDADES PARA CONVÍVIO NO AMBIENTE ESCOLAR, POIS...

TEM O COSTUME DE ROUBAR – APRESENTA DIFICULDADE DE AUTOCONTROLE, POIS...

É AGRESSIVO – DEMONSTRA AGRESSIVIDADE EM SITUAÇÕES DE CONFLITO; USA MEIOS FÍSICOS PARA ALCANÇAR O QUE DESEJA.

É BAGUNCEIRO, RELAXADO – AINDA NÃO DESENVOLVEU HÁBITOS PRÓPRIOS DE HIGIENE E DE CUIDADO COM SEUS PERTENCES.

NÃO SABE NADA – APRENDEU ALGUMAS NOÇÕES, MAS NECESSITA DESENVOLVER...

É LARGADO DA FAMÍLIA – APARENTA SER DESASSISTIDO PELA FAMÍLIA, POIS...


É DESOBEDIENTE – COSTUMA NÃO ACEITAR E COMPREENDER AS SOLICITAÇÕES DOS ADULTOS TEM DIFICULDADES EM CUMPRIR REGRAS.



É APÁTICO, DISTRAÍDO – AINDA NÃO DEMONSTRA INTERESSE EM PARTICIPAR DAS ATIVIDADES PROPOSTAS, MUITAS VEZES PARECE SE DESLIGAR DA REALIDADE, ENVOLVIDO EM SEUS PENSAMENTOS.

É MENTIROSO – COSTUMA UTILIZAR INVERDADES PARA JUSTIFICAR SEUS ATOS OU RELATAR AS ATITUDES DOS COLEGAS

É FOFOQUEIRO – COSTUMA SE PREOCUPAR COM OS HÁBITOS E ATITUDES DOS COLEGAS.

É CHICLETE – É MUITO AFETUOSO, DEMONSTRA CONSTANTEMENTE SEU CARINHO...



É SONSO E DISSIMULADO – EM SITUAÇÕES DE CONFLITO COLOCA-SE COMO EXPECTADOR, MESMO QUANDO ESTÁ CLARA A SUA PARTICIPAÇÃO.

É PREGUIÇOSO – NÃO REALIZA AS TAREFAS, APARENTANDO DESÂNIMO E CANSAÇO. PORÉM LOGO PARTE PARA AS BRINCADEIRAS E OUTRAS ATIVIDADES.

É MIMADO – APARENTA DESEJAR ATENÇÕES DIFERENCIADAS PARA SI, SOLICITANDO QUE SEJAM FEITAS TODAS AS SUAS VONTADES.

É DEPRIMIDO, ISOLADO, ANTI-SOCIAL EVITA O CONTATO E O DIÁGOLO COM COLEGAS E PROFESSORES PREFERINDO PERMANECER SOZINHO, AINDA NÃO DESENVOLVEU HÁBITOS E ATITUDES PRÓPRIAS DO CONVÍVIO SOCIAL.

É TAGARELA – COSTUMA FALAR MAIS QUE O NECESSÁRIO, NÃO RESPEITANDO OS MOMENTOS EM QUE O GRUPO NECESSITA DE SILÊNCIO.

TEM A BOCA SUJA – UTILIZA-SE DE PALAVRAS POUCO CORDIAIS PARA REPELIR OU AFRONTAR.

POSSUI DISTÚRBIO DE COMPORTAMENTO – APRESENTA COMPORTAMENTO FORA DO COMUM PARA SUA IDADE E PARA O CONVÍVIO EM GRUPO, TAIS COMO...

É EGOÍSTA – AINDA NÃO SABE DIVIDIR O ESPAÇO E OS MATERIAIS DE FORMA COLETIVA.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natal













Lindo





 
 
 




























  A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Charles Chaplin
 
Viva o hoje,
pois o ontem já se foi
e o amanhã talvez não venha.
Antoine de Saint-Exupéry
 
 
 

visitantes on line